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Fraudes e responsabilidades

CNPJ usado em fraude: como proteger a empresa e seus direitos?

O uso fraudulento do CNPJ pode ser contestado, mas a empresa deve identificar cada contrato, cadastro, conta e cobrança criada em seu nome. A fraude pode envolver compras, financiamentos, contas bancárias, emissão de documentos, linhas telefônicas, anúncios ou abertura de cadastros por pessoas sem autorização. Usaram o CNPJ da minha empresa em uma fraude: o …

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Negativação por contrato fraudulento: como limpar o nome?

É preciso contestar formalmente a dívida junto à empresa, exigir os documentos da contratação e, se necessário, buscar o cancelamento judicial da negativação — o simples registro do contrato fraudulento não impede a remoção. A negativação baseada em contrato fraudulento pode ser retirada, mas o consumidor deve contestar a dívida e exigir os documentos da …

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Documento usado em financiamento: banco ou loja responde?

Depende de quem falhou na verificação: o banco ou a loja que aceitou o documento fraudado pode responder quando não houve diligência adequada na contratação, mas a responsabilidade não é automática. Financiamento feito com documento fraudado pode ser contestado, e banco ou loja pode responder se houver falha própria na identificação ou contratação. A vítima …

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Linha celular aberta no meu nome: a operadora responde?

Só quando fica comprovada falha própria da operadora na identificação do titular: a simples abertura fraudulenta da linha não gera responsabilidade automática. A operadora pode responder quando uma falha de identificação permite abrir linha em nome de terceiro, mas dano e nexo precisam ser comprovados. A linha fraudulenta pode receber códigos, criar contas, registrar aplicativos, …

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Assinatura digital fraudulenta: como contestar o documento?

É preciso negar formalmente a autoria, solicitar o arquivo original e toda a trilha de auditoria da assinatura eletrônica, e reunir essas provas antes de contestar o contrato administrativa ou judicialmente. Uma assinatura eletrônica fraudulenta pode ser contestada, mas a validade depende do método utilizado, da autoria, da integridade e das provas técnicas. Imagem de …

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Documento usado em golpe: como cancelar contratos e proteger seus direitos?

É necessário identificar quais contratos foram feitos com o documento, notificar formalmente cada fornecedor exigindo prova da contratação e, quando não houver resposta adequada, buscar o cancelamento e a reparação por via judicial. Contratos feitos com documento roubado ou vazado podem ser contestados, mas o cancelamento exige identificação das operações, prova e procedimento adequado. O …

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CPF usado por golpistas: como limpar seu nome e proteger seus direitos?

É preciso identificar cada contratação feita com o CPF, contestar formalmente junto à empresa responsável por cada uma e, quando necessário, buscar o cancelamento judicial e a exclusão da negativação indevida. O uso fraudulento do CPF pode ser contestado, mas contratos, contas e registros não desaparecem automaticamente sem procedimento e prova da fraude. O documento …

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Consultoria de investimento fraudulenta: quem responde pelo prejuízo?

Em regra, o falso consultor responde pessoalmente pela fraude; bancos, corretoras e influenciadores só respondem quando fica comprovada falha própria ou participação efetiva no golpe. O falso consultor pode responder pela fraude, enquanto bancos, plataformas e divulgadores somente respondem quando houver falha própria ou participação comprovada. O golpe explora a confiança técnica para induzir transferências, …

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Golpe da recuperação de cripto: como funciona o segundo golpe?

Não: um profissional que cobra taxa antecipada para “rastrear” ou “recuperar” criptoativos já perdidos em um primeiro golpe está aplicando um segundo golpe — nenhum serviço legítimo reverte uma transação já confirmada na blockchain. O falso recuperador aplica um segundo golpe em quem já perdeu criptoativos, cobrando taxas por uma recuperação inexistente ou tecnicamente impossível. …

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