Blog do PHC
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Falta de oxigênio no parto e sequelas no bebê: como investigar a assistência?
O bebê nasceu sem chorar. Foi levado às pressas para a mesa de reanimação, ficou dias na unidade neonatal e, meses depois, começaram a aparecer os atrasos no desenvolvimento. Veio o diagnóstico de encefalopatia. E veio a pergunta mais difícil de todas: isso aconteceu no parto? Resposta direta: nem toda lesão neurológica de recém-nascido tem
Malformação fetal não identificada no pré-natal: pode haver responsabilidade?
Todos os ultrassons foram feitos. Em todos, a informação era a mesma: está tudo bem. O bebê nasceu com uma malformação que exigiu cirurgia nos primeiros dias e mudou a rotina da família. A dúvida que veio depois foi direta: aquilo era visível nos exames e passou despercebido? Resposta direta: exames de imagem na gestação
Pré-eclâmpsia não tratada a tempo: como avaliar a assistência médica?
A pressão vinha subindo nas últimas consultas. Houve queixa de dor de cabeça, inchaço, visão embaçada. Ouviu que era normal da gravidez. Semanas depois, o quadro se agravou de forma abrupta e a internação virou emergência, com parto prematuro e complicações que ninguém esperava enfrentar. Resposta direta: a pré-eclâmpsia é uma condição rastreável no pré-natal
Restos de placenta após o parto: quando pode existir falha no atendimento?
Ela voltou para casa com o bebê. Nos dias seguintes vieram o sangramento que não cessava, o cheiro forte, a febre, a dor no baixo ventre. Procurou o serviço e ouviu que era normal do pós-parto. Quando o ultrassom foi finalmente feito, apareceram restos placentários dentro do útero, e foi preciso um novo procedimento. Resposta
Hemorragia após o parto: quando a demora no atendimento deve ser investigada?
O parto tinha corrido bem. Depois vieram o sangramento que não parava, a queda da pressão, a palidez, a sensação de desmaio. A resposta demorou. Quando a equipe agiu, já era necessário transfusão — e, em alguns casos, a retirada do útero. A pergunta que fica é se aquele intervalo poderia ter sido menor. Resposta
Lesão do plexo braquial no parto: quando a equipe pode ser responsabilizada?
O parto foi normal, o bebê era grande e houve dificuldade na saída dos ombros. Nos primeiros dias, os pais notaram que um dos braços quase não se mexia. Veio o diagnóstico de lesão do plexo braquial, veio a fisioterapia, veio a incerteza sobre a recuperação. E veio a pergunta: aconteceu ou foi causado? Resposta
Demora na cesárea após sofrimento fetal: quando pode haver responsabilidade?
O trabalho de parto já durava horas. O monitor mostrava alterações nos batimentos do bebê. A equipe falava em aguardar mais um pouco. Quando a cesárea foi finalmente indicada e realizada, o bebê nasceu deprimido e foi direto para a unidade neonatal. Depois, a família quis entender o que aconteceu naquele intervalo. Resposta direta: a
Contenção física de paciente causou lesão: quando a medida pode ser abusiva?
A família chegou para a visita e encontrou o paciente amarrado ao leito. Nos punhos, marcas fundas. Perguntaram por quê e ouviram que ele estava agitado. Depois vieram a lesão de pele, a dor no ombro, a alteração de sensibilidade na mão. E veio a dúvida: aquilo era cuidado ou era excesso? Resposta direta: a
Equipamento hospitalar com defeito durante o atendimento: quem responde pelo dano?
O alarme do monitor não disparou. A bomba de infusão marcou uma vazão e entregou outra. O respirador apresentou falha no meio do procedimento. O foco cirúrgico desligou. Em todos esses cenários, a pergunta que sobra é a mesma: o problema estava no aparelho, em quem o operava, ou em quem deveria mantê-lo funcionando? Resposta