Blog do PHC
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Lesão de nervo após implante dentário: quando o dentista pode responder?
A anestesia passou, mas a sensação não voltou. O lábio inferior e o queixo continuaram dormentes no dia seguinte, na semana seguinte, no mês seguinte. Comer, falar e beber viraram tarefas desconfortáveis. E a resposta que se ouve com frequência no consultório é que vai voltar com o tempo. Resposta direta: a alteração de sensibilidade
Parada cardiorrespiratória durante anestesia: como a conduta médica é avaliada?
Era um procedimento previsto para durar pouco. No meio dele, o monitor mudou de tom e a sala virou outra coisa. Houve reanimação. Em alguns casos o paciente se recupera sem sequela; em outros, fica a lesão neurológica; em outros, não há recuperação. Para a família, resta entender o que aconteceu naquele intervalo. Resposta direta:
Lesão após raquianestesia ou peridural: quando investigar a atuação do anestesista?
A cirurgia terminou, mas a perna não voltou. Ou voltou parcialmente, com dormência que não passa, fraqueza, dificuldade para urinar. Em outros casos, o que ficou foi uma dor de cabeça intensa que só melhora deitado e que se arrasta por dias. A pergunta é sempre a mesma: isso é normal ou aconteceu algo errado?
Paciente acordou durante a cirurgia: consciência anestésica pode gerar responsabilidade?
Ele lembra de ouvir vozes. Lembra da sensação de estar preso, sem conseguir se mexer nem avisar. Alguns lembram da dor. Depois da cirurgia, o relato costuma ser recebido com desconfiança, atribuído a sonho ou a efeito da medicação. Meses depois, o que permanece é o medo de qualquer procedimento. Resposta direta: a consciência durante
Erro na transfusão de sangue no hospital: quem responde?
A transfusão começou e, em poucos minutos, veio o mal-estar: calafrio, febre, dor lombar, falta de ar. A bolsa foi interrompida. Depois se descobriu que havia divergência entre a identificação da bolsa e a do paciente, ou que a reação decorreu de algo que deveria ter sido previsto. Resposta direta: a transfusão tem uma cadeia
Dose errada de medicamento no hospital: como investigar a falha?
A prescrição dizia uma coisa, a bomba de infusão marcava outra. Ou a dose pediátrica foi calculada como se fosse de adulto. Ou a vírgula foi lida no lugar errado. O resultado apareceu em poucas horas: sedação profunda, sangramento, queda de pressão, alteração de exames. Depois, veio a tentativa de entender o que aconteceu. Resposta
Medicamento aplicado apesar de alergia registrada: quem pode responder?
Na admissão, informou com todas as letras: tenho alergia a esse medicamento. A informação foi anotada, a pulseira foi colocada. Horas depois, o soro correndo continha exatamente aquilo. Veio a reação, a corrida da equipe, o susto. E, depois, a pergunta de quem falhou em um processo que tinha várias barreiras. Resposta direta: a administração
Infecção no local da cirurgia: quando pode existir falha na prevenção ou no tratamento?
A cirurgia tinha corrido bem. Em casa, a ferida começou a doer mais, ficou vermelha, quente, com secreção. Voltou ao médico e ouviu que era do processo de cicatrização. Duas semanas depois, precisou de internação, antibiótico venoso e um novo procedimento para limpar a área. Resposta direta: a infecção do sítio cirúrgico é um dos
Infecção hospitalar após internação: quando o hospital pode ser responsabilizado?
A internação era por outra coisa e estava correndo bem. Do nada vieram a febre, o exame alterado, o antibiótico forte, o isolamento. Depois veio o nome da bactéria, que ninguém na família tinha ouvido antes, e a informação de que ela é resistente. A pergunta seguinte é sempre a mesma: isso poderia ter sido