Blog do PHC
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Infecção hospitalar após internação: quando o hospital pode ser responsabilizado?
A internação era por outra coisa e estava correndo bem. Do nada vieram a febre, o exame alterado, o antibiótico forte, o isolamento. Depois veio o nome da bactéria, que ninguém na família tinha ouvido antes, e a informação de que ela é resistente. A pergunta seguinte é sempre a mesma: isso poderia ter sido
Retinopatia da prematuridade não acompanhada: quando pode haver falha?
O bebê nasceu muito prematuro, passou semanas na unidade neonatal e teve alta com a família comemorando cada grama ganho. Meses depois, os pais notaram que ele não seguia objetos, não reagia à luz da mesma forma. O diagnóstico veio tarde: uma alteração da retina que, tratada no momento certo, poderia ter tido outra evolução.
Infecção em recém-nascido durante a internação: como apurar a responsabilidade?
O bebê estava na unidade neonatal por prematuridade e evoluía bem. Em poucas horas, mudou: ficou hipoativo, com instabilidade de temperatura, alteração respiratória. Veio o diagnóstico de infecção, veio o antibiótico, vieram dias críticos. A família passou a perguntar de onde aquela bactéria tinha vindo. Resposta direta: nem toda infecção em recém-nascido é hospitalar. Existem
Icterícia neonatal não tratada: quando o hospital pode responder pelas sequelas?
O bebê recebeu alta com dois dias de vida. Em casa, foi ficando amarelo — o rosto, o peito, depois as pernas. Ficou sonolento, mamava pouco. A família perguntou, ouviu que era normal. Quando voltou ao hospital, a bilirrubina estava muito alta e foi preciso intervenção imediata. Resposta direta: a icterícia é comum no recém-nascido
Falta de oxigênio no parto e sequelas no bebê: como investigar a assistência?
O bebê nasceu sem chorar. Foi levado às pressas para a mesa de reanimação, ficou dias na unidade neonatal e, meses depois, começaram a aparecer os atrasos no desenvolvimento. Veio o diagnóstico de encefalopatia. E veio a pergunta mais difícil de todas: isso aconteceu no parto? Resposta direta: nem toda lesão neurológica de recém-nascido tem
Malformação fetal não identificada no pré-natal: pode haver responsabilidade?
Todos os ultrassons foram feitos. Em todos, a informação era a mesma: está tudo bem. O bebê nasceu com uma malformação que exigiu cirurgia nos primeiros dias e mudou a rotina da família. A dúvida que veio depois foi direta: aquilo era visível nos exames e passou despercebido? Resposta direta: exames de imagem na gestação
Pré-eclâmpsia não tratada a tempo: como avaliar a assistência médica?
A pressão vinha subindo nas últimas consultas. Houve queixa de dor de cabeça, inchaço, visão embaçada. Ouviu que era normal da gravidez. Semanas depois, o quadro se agravou de forma abrupta e a internação virou emergência, com parto prematuro e complicações que ninguém esperava enfrentar. Resposta direta: a pré-eclâmpsia é uma condição rastreável no pré-natal
Restos de placenta após o parto: quando pode existir falha no atendimento?
Ela voltou para casa com o bebê. Nos dias seguintes vieram o sangramento que não cessava, o cheiro forte, a febre, a dor no baixo ventre. Procurou o serviço e ouviu que era normal do pós-parto. Quando o ultrassom foi finalmente feito, apareceram restos placentários dentro do útero, e foi preciso um novo procedimento. Resposta
Hemorragia após o parto: quando a demora no atendimento deve ser investigada?
O parto tinha corrido bem. Depois vieram o sangramento que não parava, a queda da pressão, a palidez, a sensação de desmaio. A resposta demorou. Quando a equipe agiu, já era necessário transfusão — e, em alguns casos, a retirada do útero. A pergunta que fica é se aquele intervalo poderia ter sido menor. Resposta