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Responsabilidade Médica

Malformação fetal não identificada no pré-natal: pode haver responsabilidade?

Durante o pré-natal, os exames são descritos como compatíveis com a gestação. Somente depois do nascimento a família recebe o diagnóstico de uma malformação. A surpresa levanta dúvidas legítimas, mas a ausência de identificação prévia não demonstra imediatamente erro no acompanhamento. Resposta direta: pode existir responsabilidade quando uma malformação deixou de ser identificada por falha …

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Pré-eclâmpsia não tratada a tempo: como avaliar a assistência médica?

Em uma consulta de pré-natal, a pressão está normal. Dias depois, a gestante procura a maternidade com dor de cabeça persistente, alterações visuais e pressão elevada. A rápida mudança do quadro costuma gerar dúvidas na família: a doença poderia ter sido identificada antes ou sua evolução foi imprevisível? Resposta direta: a pré-eclâmpsia pode justificar investigação …

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Restos de placenta após o parto: quando pode existir falha no atendimento?

Alguns dias depois do parto, a mulher percebe que o sangramento não está diminuindo, sente dor pélvica e apresenta febre. Após nova avaliação, surge a suspeita de tecido placentário na cavidade uterina. Esse diagnóstico exige cuidado, mas sua ocorrência isolada não demonstra que o parto tenha sido conduzido de forma inadequada. Resposta direta: a retenção …

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Hemorragia após o parto: quando a demora no atendimento deve ser investigada?

O parto tinha corrido bem. Depois vieram o sangramento que não parava, a queda da pressão, a palidez, a sensação de desmaio. A resposta demorou. Quando a equipe agiu, já era necessário transfusão — e, em alguns casos, a retirada do útero. A pergunta que fica é se aquele intervalo poderia ter sido menor. Resposta …

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Lesão do plexo braquial no parto: quando a equipe pode ser responsabilizada?

Após um parto difícil, a família percebe que o recém-nascido movimenta menos um dos braços. O diagnóstico de paralisia braquial obstétrica costuma gerar a impressão de que houve força excessiva durante o nascimento, mas a relação causal não pode ser presumida apenas pelo resultado. Resposta direta: a equipe pode ser responsabilizada se houver prova de …

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Demora na cesárea após sofrimento fetal: quando pode haver responsabilidade?

O trabalho de parto já durava horas. O monitor mostrava alterações nos batimentos do bebê. A equipe falava em aguardar mais um pouco. Quando a cesárea foi finalmente indicada e realizada, o bebê nasceu deprimido e foi direto para a unidade neonatal. Depois, a família quis entender o que aconteceu naquele intervalo. Resposta direta: a …

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Contenção física de paciente causou lesão: quando a medida pode ser abusiva?

A família chegou para a visita e encontrou o paciente amarrado ao leito. Nos punhos, marcas fundas. Perguntaram por quê e ouviram que ele estava agitado. Depois vieram a lesão de pele, a dor no ombro, a alteração de sensibilidade na mão. E veio a dúvida: aquilo era cuidado ou era excesso? Resposta direta: a …

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Equipamento hospitalar com defeito durante o atendimento: quem responde pelo dano?

Um equipamento hospitalar que falha durante o atendimento pode causar desde atraso no diagnóstico até agravamento do quadro clínico, lesões e a necessidade de novos procedimentos. Mas o simples fato de uma máquina apresentar instabilidade, emitir alarme ou parar de funcionar não define, por si só, quem deve indenizar nem prova que houve dano causado …

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Falta de vaga em UTI e agravamento do paciente: como a responsabilidade é analisada?

Um paciente grave permanece no pronto-socorro ou na enfermaria enquanto a família ouve que há indicação de terapia intensiva, mas nenhum leito está disponível. Com o passar das horas, o quadro piora e surge a dúvida sobre quem deveria ter evitado esse agravamento. Resposta direta: a falta de vaga em UTI não gera responsabilidade automática. …

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