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Jurisprudência Comentada

Comentários curtos sobre decisões judiciais reais e públicas (STF, STJ, TJs) relevantes para quem enfrenta problemas jurídicos semelhantes. Conteúdo editorial/informativo — não implica que o PHC Advogados tenha atuado nesses processos.

Quando o banco NÃO é obrigado a devolver o dinheiro: STJ mostra o outro lado do golpe

Julgado comentado: REsp 2.155.065/MG — Terceira Turma do STJ Nem toda fraude bancária obriga o banco a devolver o dinheiro. Em uma compra parcelada feita em loja física, em que a própria cliente entregou o cartão original e informou a senha, o Superior Tribunal de Justiça decidiu que o banco não tinha culpa, porque não …

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Por que pedir a remoção de ‘todo conteúdo ofensivo’ na Justiça pode não funcionar

Julgado comentado: REsp 1.969.219/SP — Quarta Turma do STJ Pedir na Justiça a remoção de “todo conteúdo ofensivo” contra você, sem indicar os links exatos, é um pedido que parece forte, mas dificilmente sai do papel. O STJ decidiu que uma ordem de remoção só pode ser cumprida quando aponta, um por um, os endereços …

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STJ confirma em outra turma a responsabilidade objetiva do banco por fraude de terceiros

Uma decisão da Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça confirmou que bancos respondem objetivamente por fraudes cometidas por terceiros contra seus clientes. O mais relevante não é o caso em si, mas o fato de que essa deixou de ser posição isolada: já é a segunda turma do STJ a chegar à mesma conclusão. …

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STJ decide que criptografia não é desculpa para app de mensagens não agir contra conteúdo ilegal

O Superior Tribunal de Justiça decidiu que um aplicativo de mensagens não pode usar a criptografia como desculpa para ficar parado diante de uma ordem judicial de remoção de conteúdo ilegal. Se a plataforma sabe quem é o responsável, ela precisa agir de outro jeito, como suspender ou bloquear a conta dele, mesmo sem conseguir …

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Fiz o Pix eu mesmo depois de cair no golpe: o banco ainda pode ser responsabilizado?

Não, pelo menos não automaticamente. O Superior Tribunal de Justiça decidiu que, quando a própria vítima faz o Pix depois de ser convencida por um golpista em uma conversa nas redes sociais, sem nenhuma falha do banco no meio do caminho, quem responde pelo prejuízo é o golpista — não a instituição financeira. Julgado comentado: …

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STJ proíbe concorrente de usar sua marca registrada como palavra-chave no Google Ads

Julgado comentado: REsp 2.096.417/SP — Terceira Turma do STJ O Superior Tribunal de Justiça decidiu que um concorrente não pode comprar, no Google Ads, o nome da marca registrada de outra empresa como palavra-chave publicitária. Quando isso acontece, o anúncio do concorrente aparece no lugar da empresa dona da marca, desviando clientes por confusão. O …

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STJ facilita identificação de quem cria perfil falso ou pratica crime digital anônimo

Julgado comentado: REsp 2.170.872/SP — Terceira Turma do STJ O STJ decidiu que a empresa que fornece o acesso à internet não pode se recusar a identificar quem cometeu um ato ilícito on-line só porque a vítima não sabe informar um dado técnico chamado “porta lógica de origem”. Basta apresentar o número do IP usado …

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STJ afasta responsabilidade do banco quando cliente entrega cartão e senha voluntariamente

O STJ decidiu que o banco não é obrigado a indenizar quando o próprio cliente entrega, por vontade própria, o cartão original e a senha a um golpista, sem que existisse falha comprovada na segurança do banco. Foi um julgamento apertado: a relatora original ficou vencida, e a maioria se formou por apenas um voto. …

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STJ decide que banco que abriu conta usada por golpista só responde se falhou na identificação do cliente

Julgado comentado: STJ, Terceira Turma — REsp 2.124.423/SP — 20/08/2024 (por maioria) O STJ decidiu, por maioria, que o banco que abriu a conta digital usada por um golpista para receber um pagamento de golpe não responde automaticamente pelo prejuízo da vítima — só responde se ficar provado que a instituição falhou nas conferências obrigatórias …

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