Blog do PHC
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Erro na transfusão de sangue no hospital: quem responde?
A transfusão começou e, em poucos minutos, veio o mal-estar: calafrio, febre, dor lombar, falta de ar. A bolsa foi interrompida. Depois se descobriu que havia divergência entre a identificação da bolsa e a do paciente, ou que a reação decorreu de algo que deveria ter sido previsto. Resposta direta: a transfusão tem uma cadeia

Dose errada de medicamento no hospital: como investigar a falha?
A prescrição dizia uma coisa, a bomba de infusão marcava outra. Ou a dose pediátrica foi calculada como se fosse de adulto. Ou a vírgula foi lida no lugar errado. O resultado apareceu em poucas horas: sedação profunda, sangramento, queda de pressão, alteração de exames. Depois, veio a tentativa de entender o que aconteceu. Resposta

Medicamento aplicado apesar de alergia registrada: quem pode responder?
Na admissão, informou com todas as letras: tenho alergia a esse medicamento. A informação foi anotada, a pulseira foi colocada. Horas depois, o soro correndo continha exatamente aquilo. Veio a reação, a corrida da equipe, o susto. E, depois, a pergunta de quem falhou em um processo que tinha várias barreiras. Resposta direta: a administração

Infecção no local da cirurgia: quando pode existir falha na prevenção ou no tratamento?
Nos dias seguintes a uma cirurgia, o paciente percebe vermelhidão, dor crescente e secreção na ferida. A cultura identifica uma bactéria e surge a dúvida sobre a origem: a infecção era um risco do procedimento, decorreu das condições do paciente ou revela falha na prevenção e no acompanhamento? Resposta direta: a infecção de sítio cirúrgico

Infecção hospitalar após internação: quando o hospital pode ser responsabilizado?
Depois de uma cirurgia ou de vários dias na UTI, o paciente apresenta febre, piora clínica e cultura positiva. A família associa imediatamente a infecção ao hospital. Essa relação temporal é importante, mas não basta para demonstrar onde o microrganismo foi adquirido nem se houve falha de prevenção. Resposta direta: a infecção relacionada à assistência

Retinopatia da prematuridade não acompanhada: quando pode haver falha?
Um bebê prematuro recebe alta após semanas de internação. Meses depois, durante uma avaliação oftalmológica, a família descobre uma retinopatia avançada e pergunta por que o problema não foi identificado antes. A resposta depende do risco inicial, dos exames realizados e da velocidade de evolução da doença. Resposta direta: pode haver falha quando um recém-nascido

Infecção em recém-nascido durante a internação: como apurar a responsabilidade?
Depois de vários dias na UTI neonatal, um recém-nascido prematuro apresenta instabilidade, alteração respiratória e exames compatíveis com sepse. Para a família, a proximidade entre a internação e a infecção pode parecer suficiente para atribuir o quadro ao hospital. Clinicamente e juridicamente, porém, a origem precisa ser investigada. Resposta direta: a infecção durante a internação

Icterícia neonatal não tratada: quando o hospital pode responder pelas sequelas?
Um recém-nascido recebe alta com a pele amarelada e orientação para observar em casa. Nos dias seguintes, passa a mamar pouco, fica difícil de despertar e precisa ser internado com bilirrubina muito elevada. Quando surgem sequelas neurológicas, a família busca compreender se o risco foi avaliado adequadamente. Resposta direta: a icterícia neonatal é extremamente comum

Falta de oxigênio no parto e sequelas no bebê: como investigar a assistência?
O bebê nasceu sem chorar. Foi levado às pressas para a mesa de reanimação, ficou dias na unidade neonatal e, meses depois, começaram a aparecer os atrasos no desenvolvimento. Veio o diagnóstico de encefalopatia. E veio a pergunta mais difícil de todas: isso aconteceu no parto? Resposta direta: nem toda lesão neurológica de recém-nascido tem