Blog do PHC
Aqui você encontra conteúdo confiável para entender seus direitos e tomar decisões com segurança.

Engavetamento: quem paga os prejuízos dos veículos envolvidos?
Em um engavetamento, cada motorista responde pelo prejuízo que a própria conduta causou, e não pela posição do carro na fila. Quem foi apenas empurrado contra o veículo da frente, em regra, não paga por esse dano. E quem estava no fim da fila não fica sem defesa só por isso. O que decide é

Culpa concorrente em acidente de trânsito: como funciona a divisão da indenização?
Sim, um acidente pode ter culpa dos dois motoristas — e, quando isso acontece, o prejuízo é dividido em vez de cair inteiro em cima de um só. Isso se chama culpa concorrente. Cada motorista responde pela parte do estrago que ajudou a causar: quem errou mais paga mais, quem errou menos paga menos, e

Acidente em cruzamento: como saber quem teve culpa?
Em batida de cruzamento, responde pelos prejuízos o motorista que entrou sem ter a preferência de passagem. O que decide o caso não é o lado em que o carro foi atingido, e sim o que as provas mostram sobre quem tinha o direito de passar primeiro. Quando as versões se contradizem e nada no

Quem bate na traseira é sempre culpado? Entenda a presunção de culpa e as exceções no trânsito
Não. Quem bate na traseira começa a discussão em desvantagem, mas essa desvantagem pode ser derrubada. Se ficar demonstrado que o carro da frente entrou na sua faixa em cima de você, deu ré, parou onde não podia ou freou sem motivo, a responsabilidade pode mudar de lado — no todo ou em parte. O

Quanto custa um processo de erro médico e quem paga a perícia?
Custas, honorários periciais, assistente técnico e sucumbência: como cada bloco de custo aparece em uma ação de responsabilidade médica e quem adianta a perícia.

Dano moral, material e estético por falha médica podem ser cobrados juntos?
A cicatriz ficou visível. O tratamento consumiu meses de salário. E o impacto emocional se estendeu bem além do alta hospitalar. São três consequências distintas do mesmo episódio, e a dúvida é se elas podem ser discutidas juntas ou se é preciso escolher uma. Resposta direta: os danos moral, material e estético têm fundamentos distintos

Perda de uma chance de cura ou sobrevivência: quando essa tese pode ser aplicada?
Ninguém consegue afirmar que a pessoa teria sobrevivido. Mas também ninguém discute que o diagnóstico demorou, que o exame ficou meses sem ser visto, que o encaminhamento não foi feito. E fica a sensação de que houve uma chance real que simplesmente se perdeu no caminho. Resposta direta: a perda de uma chance é a

Sequela médica que impede o trabalho pode gerar pensão mensal?
Uma sequela médica que impede o trabalho gera pensão automaticamente? Uma complicação médica pode deixar limitações físicas, neurológicas ou psicológicas que afetam a vida profissional do paciente. Ainda assim, a existência de sequela ou afastamento do trabalho não conduz, por si só, ao pagamento de pensão. Primeiro é necessário demonstrar a responsabilidade civil pelo dano,

Morte após falha médica: quem da família pode pedir indenização?
Depois do velório, ninguém quer pensar em processo. Mas as perguntas aparecem sozinhas: por que ele piorou tão rápido, por que ninguém avisou, por que o exame só foi feito no dia seguinte. E, junto com elas, uma dúvida prática — quem, dentro da família, pode discutir isso. Resposta direta: quando o paciente morre, existem