Blog do PHC
Aqui você encontra conteúdo confiável para entender seus direitos e tomar decisões com segurança.

Produto falsificado no marketplace: quem responde? Veja seus direitos
Vendedor e marketplace podem responder pela venda de produto falsificado quando integram a cadeia, conforme sua participação e as provas da compra. O consumidor deve interromper o uso quando houver risco, preservar embalagem e anúncio e evitar devolver a principal prova por procedimento informal. Comprei produto falsificado no marketplace: quem responde? Resposta direta: o vendedor

Caixa vazia no marketplace: quem responde? Entenda seus direitos
Vendedor, marketplace e transportadora podem responder pela caixa vazia conforme sua participação, mas o consumidor precisa preservar embalagem, entrega e abertura. A disputa exige distinguir ausência do produto, violação durante o transporte, erro de separação e falsa alegação, com documentação suficiente para reconstruir a cadeia logística. Recebi uma caixa vazia do marketplace: quem responde? Resposta

Produto não entregue no marketplace: quem responde? Veja seus direitos
Vendedor e marketplace podem responder pela não entrega quando integram a cadeia de fornecimento, mas a negociação externa exige análise diferente. O consumidor deve distinguir atraso comum, extravio, cancelamento e golpe, preservar a oferta e verificar se o pagamento ocorreu dentro do ambiente protegido pela plataforma. Produto não entregue no marketplace: quem deve resolver? Resposta

Loja virtual falsa: banco ou plataforma responde? Veja seus direitos
Banco ou plataforma não responde automaticamente pela loja falsa, mas falhas próprias de segurança, intermediação ou pagamento podem gerar responsabilidade. A vítima acredita comprar em comércio legítimo, paga boleto, Pix ou cartão e depois descobre que o site desapareceu, não entrega o produto ou usou identidade copiada. Comprei em loja virtual falsa: quem deve devolver

Golpe da falsa vaga de emprego: plataforma ou empresa responde?
Plataforma ou empresa pode responder por falha própria comprovada, mas a falsa vaga publicada por terceiro não cria responsabilidade automática. O golpe explora a expectativa de contratação para cobrar taxas, obter documentos, abrir contas, instalar aplicativos ou induzir a vítima a realizar tarefas e pagamentos. Caí no golpe da falsa vaga de emprego: quais são

Golpe do falso parente: o banco responde? Entenda seus direitos
O banco pode responder por falha de segurança comprovada, mas o golpe do falso parente não gera reembolso ou indenização automática. O criminoso se apresenta como filho, sobrinho, irmão ou outro familiar, cria urgência emocional e pede Pix para uma conta própria ou de terceiro. Caí no golpe do falso parente: o banco tem que

Golpe com deepfake de voz: banco ou plataforma responde?
Banco ou plataforma não responde automaticamente pelo deepfake, mas pode haver responsabilidade se uma falha própria comprovada contribuir para a fraude. A clonagem de voz amplia a aparência de legitimidade do pedido, porém a análise jurídica ainda depende das operações, das autenticações, da diligência e do nexo causal. Caí em golpe com deepfake de voz:

E-mail invadido e usado em fraude: a plataforma responde?
A plataforma pode responder por falha de segurança comprovada, mas a invasão do e-mail por terceiro não gera responsabilidade ou indenização automática. Como o e-mail permite recuperar senhas, validar contratos e acessar serviços financeiros, sua invasão pode desencadear golpes em várias contas e exige reação rápida e documentada. Meu e-mail foi invadido e usado em

Golpe do falso suporte técnico: banco ou plataforma responde?
Banco ou plataforma pode responder por falha própria comprovada, mas o falso suporte praticado por terceiro não gera indenização automática. O golpe começa com uma falsa oferta de ajuda e pode terminar em acesso remoto ao aparelho, roubo de credenciais, contratação de empréstimos e transferências para contas controladas pelos criminosos. Caí no golpe do falso