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Blog do PHC

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Responsabilidade Médica

Erro de diagnóstico por inteligência artificial sem revisão médica: o hospital pode responder?

Um sistema de inteligência artificial pode ajudar a analisar exames, mas não pode comunicar diagnóstico, prognóstico ou decisão de tratamento sozinho: essa etapa continua sendo responsabilidade de um médico. Quando o hospital ou a clínica dispensa a revisão humana e o paciente sofre dano por causa de um resultado equivocado da ferramenta, o estabelecimento pode

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Propriedade Industrial

Marca sonora: é possível registrar um jingle no INPI?

Sim, é possível registrar uma marca sonora no INPI, e um jingle pode se enquadrar nessa modalidade desde que consiga identificar sozinho a origem de um produto ou serviço, sem depender de letra, imagem ou qualquer elemento visual. O pedido segue um rito próprio, com arquivo de áudio, notação e descrição técnica do som, e

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Responsabilidade Médica

Erro em transplante de órgãos: falha na triagem de compatibilidade pode gerar responsabilidade?

Sim, quando a triagem de compatibilidade entre doador e receptor falha por erro de exame, troca de amostra ou descumprimento do protocolo, o hospital, o laboratório ou a equipe responsável podem responder. A rejeição biológica que acontece mesmo com exames corretos é um risco natural do transplante. Diferente é quando a incompatibilidade só não foi

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Responsabilidade Médica

Medicamento manipulado incorretamente na farmácia hospitalar: quem responde pelo dano ao paciente?

Quando um medicamento é preparado com dose errada, substância trocada ou contaminação na farmácia do próprio hospital, a responsabilidade normalmente recai sobre o hospital, mesmo que o erro tenha acontecido dentro de um setor terceirizado. O paciente não precisa identificar sozinho qual profissional errou para buscar reparação pelo dano sofrido. O que é medicamento manipulado

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Propriedade Industrial

Contrato de coexistência de marcas: quando negociar é melhor do que litigar

Quando duas empresas usam marcas parecidas em mercados diferentes e nenhuma delas agiu de má-fé, um contrato de coexistência costuma resolver o conflito mais rápido, mais barato e com menos desgaste do que uma disputa no INPI ou na Justiça: as partes combinam por escrito como cada marca pode ser usada, evitando confusão para o

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