Blog do PHC
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Golpe da falsa vaga de emprego: plataforma ou empresa responde?
Plataforma ou empresa pode responder por falha própria comprovada, mas a falsa vaga publicada por terceiro não cria responsabilidade automática. O golpe explora a expectativa de contratação para cobrar taxas, obter documentos, abrir contas, instalar aplicativos ou induzir a vítima a realizar tarefas e pagamentos. Caí no golpe da falsa vaga de emprego: quais são
Golpe do falso parente: o banco responde? Entenda seus direitos
O banco pode responder por falha de segurança comprovada, mas o golpe do falso parente não gera reembolso ou indenização automática. O criminoso se apresenta como filho, sobrinho, irmão ou outro familiar, cria urgência emocional e pede Pix para uma conta própria ou de terceiro. Caí no golpe do falso parente: o banco tem que
Golpe com deepfake de voz: banco ou plataforma responde?
Banco ou plataforma não responde automaticamente pelo deepfake, mas pode haver responsabilidade se uma falha própria comprovada contribuir para a fraude. A clonagem de voz amplia a aparência de legitimidade do pedido, porém a análise jurídica ainda depende das operações, das autenticações, da diligência e do nexo causal. Caí em golpe com deepfake de voz:
E-mail invadido e usado em fraude: a plataforma responde?
A plataforma pode responder por falha de segurança comprovada, mas a invasão do e-mail por terceiro não gera responsabilidade ou indenização automática. Como o e-mail permite recuperar senhas, validar contratos e acessar serviços financeiros, sua invasão pode desencadear golpes em várias contas e exige reação rápida e documentada. Meu e-mail foi invadido e usado em
Golpe do falso suporte técnico: banco ou plataforma responde?
Banco ou plataforma pode responder por falha própria comprovada, mas o falso suporte praticado por terceiro não gera indenização automática. O golpe começa com uma falsa oferta de ajuda e pode terminar em acesso remoto ao aparelho, roubo de credenciais, contratação de empréstimos e transferências para contas controladas pelos criminosos. Caí no golpe do falso
Golpe com aplicativo de acesso remoto: o banco responde?
O banco pode responder se houver falha de segurança comprovada, mas instalar o aplicativo ou autorizar acessos exige análise do comportamento do consumidor e das transações. Nesse golpe, o criminoso convence a vítima a instalar uma ferramenta legítima de suporte remoto e passa a visualizar a tela, capturar informações ou controlar o aparelho durante operações
Instagram invadido e usado para golpes: a plataforma responde?
A plataforma pode responder por falha própria comprovada, mas não existe responsabilidade automática por todo golpe praticado por terceiro após a invasão de uma conta. A análise considera como ocorreu o acesso, quais mecanismos de segurança estavam disponíveis, quando a invasão foi comunicada e se houve demora injustificada na recuperação ou remoção do conteúdo. Instagram
Perfil falso usando meu nome para aplicar golpes: quais são meus direitos?
Um perfil falso pode ser denunciado, removido e investigado, mas a responsabilidade da plataforma depende da conduta adotada, das provas e das circunstâncias do caso. Quando alguém copia nome, fotografia, profissão ou outros dados para pedir dinheiro, vender produtos inexistentes ou enganar conhecidos, a vítima precisa agir em duas frentes: interromper a fraude e preservar
Troca de chip e fraude bancária: quem responde? Veja seus direitos
Operadora e banco podem responder quando falhas na troca do chip e na segurança bancária contribuem para transações realizadas por criminosos. Na fraude conhecida como SIM swap, o criminoso assume o número telefônico da vítima por meio de segunda via, portabilidade irregular ou substituição indevida do chip. Com o controle da linha, pode receber códigos,